Is Ruben Amorim the Real Deal or Just Getting Lucky?
Será que Ruben Amorim é o escolhido ou só está tendo sorte?

Vamos direto ao ponto: o Manchester United começou como um time de zona de rebaixamento, perdendo para o Grimsby e sendo goleado pelo City. Mas cinco jogos sem perder? Com vitórias sobre Liverpool e Brighton? Isso não é sorte — é mudança de identidade. Amorim pode não ser Sir Alex, mas está fazendo o United parecer que lembrou como se joga futebol.
E nem me fale do Bryan Mbeumo — 6 gols em 12 jogos? Jogador do Mês? Favorito ao prêmio Sir Matt Busby? Esse cara passou de ‘quem é?’ a ídolo em oito semanas. Enquanto isso, o Mazraoui é tirado aos 55 minutos mesmo jogando bem. Qual é, lógica de escalação?
A consistência do De Ligt é a revolução silenciosa aqui. Um zagueiro que joga todos os minutos não é só resistência — é liderança e estabilidade. Quando foi a última vez que um zagueiro do United foi o alicerce do time?
Já passamos por isso. Uma sequência boa em outubro, torcida empolgada, depois um mês de janeiro gelado. Lembra do Ole? Amorim melhorou, claro, mas vamos ver se ele sobrevive a fevereiro. Aí a gente vai saber.
Amorim tirar o Mazraoui após 55 minutos? É como desligar seu Wi-Fi porque a cafeteira está lenta.
Casemiro em campo: 5 gols sofridos. Fora de campo: 15. Isso não é um meio-campo — é uma p de fortaleza. Por que ele não joga todos os minutos?
Heaven e Mainoo praticamente sem jogar? É um descumprimento com a base. O United criou lendas da jovem promessa — agora eles ficam no banco enquanto contratações da janela de janeiro têm prioridade. Vergonha.
Mbeumo fazendo 6 gols em 12 jogos? Isso dá 0.5 gols por jogo. Fernandes: 2 gols, 1 pênalti perdido. Eficiência importa. Parem de romantizar má fase.
Eles estão em sétimo. Sétimo. Isso significa futebol europeu zero se continuar assim. Toda essa conversa sobre cultura e base não vale nada se perdermos o dinheiro da Champions. O dinheiro fala mais alto.