Sepultura’s Final Curtain Call: Is This Actually the End, or Just Another Act in the Metal Farewell Circus?
O Último Ato do Sepultura: É Realmente o Fim, ou Só Mais Um Espetáculo no Circo das Despedidas do Metal?

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So the legends are calling it quits in 2026 after 40 years of relentless riffing, cultural fusion, and genre-defying experimentation. Andreas Kisser says it’s not creative stagnation—they’ve always pushed boundaries—but the very predictability of the routine: album, tour, repeat. He wants out before he gets comfortable, before the band becomes a museum piece playing to nostalgia-starved crowds.
Então os lendários estão encerrando a carreira em 2026, após 40 anos de riffs impiedosos, fusão cultural e experimentações que desafiaram gêneros. Andreas Kisser diz que não é estagnação criativa — eles sempre enfrentaram riscos —, mas sim a previsibilidade da rotina: álbum, turnê, repetir. Ele quer sair antes de se acomodar, antes que a banda vire uma peça de museu tocando para multidões famintas por nostalgia.
Yet fans remain skeptical. The ‘farewell tour’ has become its own genre in rock—ritualistic, profitable, and rarely final. With the Cavalera brothers still out there, and the eternal hunger for reunions, is this really the end? Or is ‘The Final Journey’ just the most expensive ticket in the reunion pre-game?
Ainda assim, os fãs permanecem céticos. A ‘turnê de despedida’ virou um gênero no rock — ritualística, lucrativa e raramente final. Com os irmãos Cavalera ainda por aí e a fome eterna por reencontros, será que é realmente o fim? Ou ‘A Jornada Final’ é só o ingresso mais caro da pré-temporada do reencontro?
Eu estive no estúdio com o Kisser no mês passado. A paixão dele ainda está acesa — ele tocou uma peça experimental de 12 minutos, fusão tribal-metal, como se fosse nada. Mas eu entendo. Fazer a mesma coisa por quatro décadas? Isso não é arte, é trabalho. E ele é artista, não operário de fábrica.
Chorando aqui. Roots, Chaos A.D. e Third World foram a trilha da minha rebeldia adolescente. Esses álbuns não eram só discos — eram manifestos. Mas respeito a decisão. Nem tudo precisa acabar em processo judicial ou em uma separação movida por ego e álcool.
Exatamente. Eles estão terminando com respeito mútuo, não com processos. Há dignidade nisso. A era Cavalera foi icônica, mas este capítulo final? É o opus máximo do Kisser.
Me avise quando o show ‘final’ for no Pay-Per-View. A ‘turnê de despedida eterna’ funcionou bem para o Mötley Crüe. Todos sabemos como terminou. Isso é só marketing esperto.
Se querem mesmo sair por cima, deveriam lançar um passe de turnê NFT limitado com imagens exclusivas de Dublin 2025. Isso sim é legado. Ou eles são muito ‘autênticos’ para isso?
Dublim 2025 com Biohazard, Malevolence e Crypta? Caralho. Só esse lineup já vale o preço do ingresso. Se é realmente adeus, vamos botar fogo nisso.
Este é um estudo de caso sobre autonomia artística. A maioria das bandas se fragmenta sob pressão comercial. O Sepultura está escolhendo a obsolescência em vez da irrelevância. Na arte, essa é a rebelião definitiva.
Falando com quem já acredita, Acadêmico. Vou estar lá gritando até perder a voz. Legado não é mercadoria, é memória.