Is Honda About to Dethrone SpaceX? Why a Car Company Is Building Rockets and Moon Robots
Será que a Honda vai tirar a SpaceX do topo? Por que uma fabricante de carros está construindo foguetes e robôs lunares

Então a Honda, a empresa que nos deu o Civic e o ASIMO, está silenciosamente lançando foguetes reutilizáveis em Hokkaido. Insatisfeita em dominar a terra, o mar e o céu, agora ela mira a órbita terrestre baixa — e possivelmente a Lua. E sim, está reaproveitando projetos malsucedidos de robótica para construir avatares lunares. Isto não é um trabalho paralelo. É darwinismo corporativo em ação: adapte-se ou fique para trás na estratosfera.
A jogada real deles? Não apenas lançar foguetes — mas controlar a conectividade e a infraestrutura energética baseadas no espaço. A Honda quer satélites para alimentar carros autônomos, apoiar a autonomia e, sim, talvez até enviar energia de volta à Terra. Tudo isso usando tecnologia de células de combustível que antes era considerada um fracasso em carros. Chame isso de volta do século — ou do pivot mais ousado desde o TikTok.
Vamos não nos adiantar. O protótipo da Honda tem 6 metros e pousou com sucesso uma vez — parabéns, mas a SpaceX já fazia isso há 15 anos. Eles ainda estão fazendo testes num campo em Hokkaido, não em plataformas de lançamento orbital. Sem um teste de motor em escala real ou velocidade orbital, isso está mais para um show de fogos caríssimo.
Sabe o que é mais preocupante do que os obstáculos técnicos? Poucas corporações controlarem a infraestrutura espacial. Se os foguetes da Honda controlarem a conectividade global, quem decide quem recebe sinal? Isto não é Velho Oeste — é o Além Selvagem. E não temos nenhuma governança.
Vocês estão subestimando o sistema energético circular da Honda. Usar energia solar, gelo de água e células de combustível para sobreviver 14 dias de noite lunar? Isso não é ficção científica. É um plano viável de sobrevivência humana fora da Terra. A NASA deveria estar licenciando isso ontem.
Vocês, americanos, ficam esperando anúncios ousados e lançamentos virais. O Japão constrói em silêncio. A Sony não gritou sobre os walkmans. A Toyota não twittou sobre os híbridos. A Honda não anunciará Marte a menos que já esteja em órbita. A cultura deles valoriza execução mais do que hype.
Execução importa, mas escalabilidade também. Um teste em campo é só o primeiro passo. Se eles não conseguirem escalar para 10.000 psi com consistência e segurança, nenhuma desta tecnologia sai do chão — literalmente.
A Honda poderia usar esses satélites para seus próprios veículos globalmente. Ou poderia vender essa capacidade para outros fabricantes. Dá pra entender não querer depender de um monopólio quase absoluto como a SpaceX, especialmente vindo de alguém tão instável quanto Elon Musk.
Vamos falar do elefante na sala: isto é sobre soberania. O Japão não quer depender dos EUA para defesa espacial. Com as ambições lunares da China e os mísseis da Coreia do Norte, os foguetes da Honda são tão sobre segurança nacional quanto sobre mobilidade.
E não esqueça os robôs avatares. Se você pode controlar um robô hábil da Terra para consertar um rover ou construir um habitat, isso muda tudo. É telepresença feita realidade — e a Honda já criou o código-base com o ASIMO.