Is College Still Worth It? With AI Eating Entry-Level Jobs, Co-Ops Are the New Ivy League
A faculdade ainda vale a pena? Com a IA devorando vagas para iniciantes, programas de estágio remunerado são a nova elite universitária

Antes você se estressava com notas do SAT e com ligações familiares para entrar em uma universidade elite. Agora? A verdadeira vantagem não é um campus com torres góticas, mas uma faculdade que te dá seis meses de trabalho remunerado durante o curso. A taxa de aceitação da Northeastern agora é menor que a da Brown, e não é por causa do seu patrimônio.
A verdade brutal? Um terço dos formandos de 2025 ainda não tem empregos em tempo integral, e a IA está silenciosamente devorando vagas iniciais em tecnologia e finanças. Mas escolas como Drexel, Kettering e Georgia Tech estão mudando o jogo: seus alunos se formam não apenas com um diploma, mas com dois anos de recomendações no LinkedIn e experiência real com resultados financeiros. Se você está escolhendo uma faculdade em 2025, o ROI não é um modismo — é uma questão de sobrevivência.
Isso dói. Eu dediquei tudo ao sonho da Ivy League para meu filho — bolsas, aulas particulares, noites sem dormir. Aí o amigo dele, que foi para a Kettering, se formou com 60 mil dólares em renda do trabalho e uma oferta em tempo integral. Meu filho? Silêncio. O sistema mudou enquanto a gente não estava olhando.
Vamos ser realistas: metade desses ‘co-ops’ são só tarefas chatas em grandes empresas. Eu fiz um na Oracle e passei seis meses corrigindo códigos antigos. Isso não vai te salvar se a IA automatizar 70% dos empregos de programação inicial.
Mas trabalho chato com salário e referências profissionais é melhor que nenhuma experiência. O valor não está só na tarefa — está na rede de contatos, no ritmo da vida corporativa, e na confiança para entrar em qualquer entrevista dizendo ‘eu já fiz isso antes’.
Estamos vivendo uma mudança estrutural: o ensino superior agora faz parte da cadeia de fornecimento de trabalho. Se as universidades não se alinharem com o mercado, correm o risco de se tornarem irrelevantes. O reitor da Kettering acertou em cheio ao dizer: ‘Não se concentre na experiência universitária — foque nos resultados daqui a dez anos.’
Tá, seu formando com co-op consegue um emprego na Discover. Mas quem está no comando das diretoria? Harvard e Yale ainda dominam. Essa moda de ‘preparação profissional’ é só uma forma glorificada de pensar como escola técnica.
Para o snob: meus pais limpavam pisos para que eu não precisasse fazer isso. Se ‘pensar como escola técnica’ significa me formar sem dívidas com um emprego na tecnologia, me conte. Ivy League? Isso é um luxo que minha família não pode pagar.
A verdadeira divisão não é entre Ivy League e co-op. É entre universidades que veem alunos como clientes e aquelas que os veem como futuros contribuintes. Uma está vendendo um sonho. A outra constrói carreiras reais.
Não vamos esquecer: a IA não está substituindo só programadores juniores. Está automatizando pesquisas jurídicas, análises financeiras básicas, até partes do jornalismo. A única coisa que vence a IA? Humanos com histórico comprovado de resolver problemas reais.