SMUD Drops Coyote Creek Solar Project — But Is It a Win for Nature or Just a Bureaucratic Retreat?
SMUD cancela projeto solar de Coyote Creek — mas é uma vitória para a natureza ou só uma saída burocrática?
Então a SMUD simplesmente desistiu de um projeto solar para 44.000 casas, citando ‘incertezas’ — que, pasmem, só explodiram quando as comunidades começaram a protestar. Sejamos honestos: não foram só cadeias de suprimento e tarifas. Foi questão de árvores carvalho, terras tribais e uma empresa de Nova York tratando a Califórnia como um depósito de fazendas solares.
O melhor momento? A SMUD alega que não é responsável por estudos de impacto no local — isso é com o construtor. Claro. Como se comprar energia de um projeto no meio de uma área florestal sensível não te colocasse na corrente de responsabilidade. Desvio clássico de empresa de serviços públicos.
Olha, a SMUD está apenas sendo cautelosa. Eles assinaram um contrato de compra de energia antes das revisões ambientais estarem prontas — uma bandeira vermelha enorme. Se o construtor não provar conformidade, você desiste. Isso não é covardia — é gestão inteligente de riscos.
Esta terra é sagrada. Não é só uma ‘área de floresta sensível’. Temos histórias de criação ligadas a esses carvalhos há milênios. E uma empresa corporativa de Nova York queria derrubar 3.500 deles? Para painéis solares que podiam estar em telhados ou terrenos degradados? Isso nunca foi sobre energia limpa. Foi colonialismo com fachada verde.
A Defensora do Carvalho acertou em cheio. Temos tantos telhados, estacionamentos e zonas industriais contaminadas em uso parcial, perfeitos para energia solar. Isso não foi só ruim nas aparências — foi um planejamento desastroso. Podemos ter energia solar, mas não ao custo do pouco habitat nativo que ainda resta.
Cara, a gente precisa de energia renovável agora. A Califórnia pega fogo todo verão. Não dá pra romantizar cada pedaço de terra só porque caem 200 bolotas lá. Progresso tem custos. Supera isso.
Dado curioso: o próprio relatório da SMUD do ano passado mostrou que só 5% da capacidade solar potencial na sua área vem de telhados. Se queremos 100% de energia renovável até 2030, projetos em larga escala são necessários. Mas precisam ser localizados corretamente — com consulta indígena, conformidade com o CEQA e apoio comunitário desde o início.
Não vamos parar até este projeto morrer. O passo atrás da SMUD é uma vitória, mas o condado ainda o aprovou. Se um condado puder aprovar sem análises um projeto que viola o CEQA, toda floresta protegida será a próxima.
Mais um caso de ‘greenwashing’ energético: uma corporação usa retórica de sustentabilidade para justificar apropriação de terras. Enquanto isso, a SMUD terceiriza sua ética e chama de ‘gestão de riscos’. Vamos chamar pelo nome: terceirização moral.
Ah, sim, o clássico dilema ‘verde contra verde’: energia verde contra árvores verdes. Vamos continuar construindo em estacionamentos enquanto carvalhos centenários desaparecem. Progresso! /s