Is Hollywood Dying Because Nobody Wants to Make Movies Anymore?
Hollywood está morrendo porque ninguém mais quer fazer filmes?

Vamos ser francos: Hollywood em 2025 não está apenas em apuros – está espiritualmente falido. O problema real não é a bilheteria ou os algoritmos de streaming; é que os líderes não se importam mais com filmes. São caras do financeiro de chapéu de cowboy, fingindo que liderança é só reduzir custos em câmera lenta.
Não estamos em uma revolução do streaming – estamos em uma descida cultural. Os poucos pontos positivos (épicos de guerra de DiCaprio, algum sucesso indie) brilham só porque o resto é tão chato. Quando lucratividade prevalece sobre a arte, você não tem sucessos — tem vitórias vazias.
Uau, dramático, hein? Hollywood está se adaptando para sobreviver. Os consumidores querem assinaturas mais baratas e mais conteúdo. Estamos dando o que eles querem. Talvez se roteiristas parassem de choramingar sobre ‘arte’ e focassem em fazer coisas lucrativas, não estaríamos nessa bagunça.
Eu costumava projetar filmes em cinemas de verdade. Agora rodo um servidor de diagnóstico de streaming. Sabe o que falta? O suspiro do público. Isso não dá pra algoritmar. Nenhuma 'eficiência' substitui o silêncio antes do primeiro grito num filme de terror.
Vamos ser honestos: arte e lucro não são inimigos, mas perseguir cegamente qualquer um dos dois leva ao desastre. Indiferença ao orçamento arruína estúdios; indiferença ao tema destrói filmes. Precisamos de equilíbrio.
Quem precisa de cinema com 10 mil documentários de crime real e spinoffs de reality shows? O futuro é volume. Arte é um nicho para intelectuais de cinema.
E aqui está o novo evangelho de Hollywood: quantidade em vez de qualidade, análise em vez de emoção, acionistas em vez de contadores de histórias. De verdade, somos abençoados.
Eu gosto de ver como se faz o salsichão. O drama caótico do conselho? Muito mais divertido que outro filme de super-herói. Movimentos de poder > reviravoltas na trama.
Costumava construir mundos inteiros com madeira e luz. Agora é tudo tela verde e planilhas. Me diga — quando tirarem o último toque humano do processo, o que exatamente sobrará para transmitir?