Is Chicago Secretly the New Live Entertainment Capital? Nostalgia, Punk Musicals, and Comedians Hating Each Other — This Weekend’s Lineup Is Wild
Será que Chicago está se tornando a nova capital do entretenimento ao vivo? Nostalgia, musicais punks e comediantes se odiando — a programação deste fim de semana é insana

Vamos combinar — quando você ouve ‘fim de semana em Chicago’, provavelmente não pensa em ‘explosão artística’. Mas este fim de semana? É como se a cidade tivesse aberto uma cápsula do tempo e dito: ‘Segura esse meu chopp’. Vamos dos ídolos teen dos anos 70 a musicais punk que querem roubar o Broadway. Andy Bell, do Erasure, traz o fogaréu do synth-pop ao Metro Chicago, enquanto Ben Folds volta com aquela energia de bater no piano que nem sabíamos que sentíamos falta.
E vamos falar do musical do Tom Morello — um revolucionário do rock punk escrevendo um musical punk? Corajoso. Aliás, por que parece que todo comediante neste fim de semana ou odeia alguém ou está sendo odiado? A turnê de ‘ódio-amor’ de Hasan Minhaj e Ronny Chieng parece menos com comédia e mais com um relacionamento tóxico com piadas no lugar de brigas.
Um musical punk no Goodman? Que novidade. Na semana que vem, vão encenar uma ópera de metal na sinfônica. É isso que acontece quando instituições entram em pânico sobre sua relevância. Vende-se o experimental, embrulha-se para agradar aos baby boomers e chama-se de ‘revolucionário’.
Vocês estão perdendo o ponto. Vou levar meus filhos para ver Shaun Cassidy porque quero que eles vejam de onde eu vim. Não é ironia, é legado. E sim, chorei um pouco quando ‘Da Doo Ron Ron’ tocou na aleatória na semana passada.
Ben Folds não ‘voltou’ — ele nunca foi embora. Só ficou bom demais para o resto de nós. Enquanto isso, aqui estou eu tocando ‘Wonderwall’ no brunch por salário mínimo. Obrigado, capitalismo.
Podemos falar do quanto o 312 Comedy Festival é a única coisa que dá propósito à minha vida social agora? Juro por Deus, se o Dane Cook cancelar, entro em colapso.
Exatamente. E nem me comece com o ‘Crepúsculo: A Experiência da Trilha ao Vivo’. Então estamos pagando 120 dólares para ver um filme de 10 anos que podemos assistir de graça, mas com instrumentos ao vivo? Chame isso de ‘isca nostálgica capitalista’ e seja honesto.
Olha, eu entendo. Mas você já tentou explicar ao seu adolescente por que ‘I Think I Love You’ fez seu coração explodir em 1977? Não dá para transmitir essa sensação. Você precisava viver aquilo.
Só pra saber: Tom Morello disse que o musical é uma sátira sobre comercializar a rebeldia. Então… chegamos ao ponto de partida?
Tudo que digo é: se temos um musical sobre o Erasure, podemos ter um sobre o Wham!? Preciso ver ‘Wake Me Up Before You Go-Go’ com coreografia sincronizada num teatro cheio. Minha alma exige isso.