NASA Just Erased a Historic Astronaut Class — Are We Rewriting History to 'Fix' the Past?
A NASA Acabou de Apagar Uma Turma Histórica de Astronautas — Estamos Reescrevendo a História Para 'Corrigir' o Passado?

Em 1978, a NASA fez história ao selecionar sua primeira turma diversa de astronautas — 35 novos candidatos, incluindo as primeiras mulheres americanas e astronautas de minorias. Isso não foi apenas uma contratação em massa; foi um salto simbólico em direção à inclusão em um campo historicamente dominado por pilotos de teste brancos e homens.
Agora, quase 50 anos depois, aquela página desapareceu do site da NASA. Sem atualização. Sem arquivamento. Simplesmente sumiu. E isso acontece logo antes do Dia da Lembrança e de uma nova missão à Lua? Ou é uma omissão chocante — ou uma edição silenciosa com implicações bem altas.
Quando uma instituição remove conteúdo histórico sem explicação, não é só falta de transparência — é política da memória. Isso não é sobre DEIA, é sobre se acreditamos que a história deve servir narrativas atuais ou preservar a verdade.
Espera aí — por que presumir maldade? Provavelmente é algum estagiário da web limpando páginas 'inativas' com uma ferramenta automatizada. Acontece o tempo todo. O verdadeiro escândalo é que o arquivo digital da NASA roda como um site do WordPress de colégio.
Na verdade, nós salvamos. A Wayback Machine tem a página de 25 de janeiro. Mas restaurar não é o ponto — o ponto é que a NASA nem sequer reconheceu a exclusão.
Sejamos realistas — a turma de 1978 importa porque forçou a NASA a evoluir. Apagar essa história não apaga o progresso; só mostra quão frágil pode ser a memória institucional.
O que é irônico? A NASA precisa de DEIA para atrair novos talentos. Mas, ao apagar discretamente conquistas históricas em diversidade, está minando sua própria credibilidade. Não dá para recrutar o futuro enquanto apaga o passado.
Ah sim, nada diz 'futuro da exploração espacial' como apagar a prova de que um dia nos importamos com inclusão. Realmente inspirador. Mal posso esperar pela base lunar sem seção de história.
E ainda chamam de Dia da Lembrança. A ironia escreve ela mesma.
É por isso que precisamos de arquivamento público e descentralizado. Instituições centralizadas sempre priorizarão imagem em vez da memória. Salve tudo. Sempre.