Is Hard Work Enough When Trinidad and Tobago’s Forex Reserves Are Drying Up?
Trabalhar mais basta quando as reservas cambiais de Trinidad e Tobago estão secando?

A PM diz que ministros devem ‘trabalhar mais forte’ — uma intenção nobre, claro — mas vamos combinar: mais esforço ≠ mais inteligência. A cobertura de importações de Trinidad e Tobago caiu de oito para cinco meses em meio ano. Isso não é um alerta. É um incêndio de nível cinco.
Ouvimos falar em criação de empregos e transformação do e-commerce, mas onde está o ganho real de dólares? E as ações em agroprocessamento ou empregos na agricultura local? O PSOTT parece ótimo nos papéis, mas sem aprovações rápidas de negócios, é só economia em PowerPoint.
Finalmente, alguém disse isso. Estou implorando ao Ministério da Agricultura há meses — ajuda para sementes, subsídios para processamento, verba para armazenamento com refrigeração. Silêncio total. Enquanto isso, anunciam planos para uma ‘revolução digital na agricultura’ e contratam consultores. Gente de verdade está afundando.
O indicador de cobertura de importações é o ‘pássaro da mina de carvão’. Com cinco meses, ainda estamos acima do piso de segurança de três — mas essa margem desaparece rápido se as exportações de energia caírem ou se o capital fugir aceleradamente.
Sempre fazem isso. Governo muda, promessas voam, cinco anos depois estamos de volta à mesma crise com caras novas. O PSOTT não vai consertar nada sem responsabilidade real.
Entendo a frustração, mas vamos dar sete meses? Acabamos de ganhar um novo governador do Banco Central. Mudança real leva tempo. Gritar ‘crise!’ não resolve atrasos portuários.
Como alguém que libera mercadorias diariamente: sem dólar, sem liberação. É simples assim. Importadores não conseguem pagar taxas, bancos congelam remessas. Conversa não move um único contêiner.
Exatamente. A desconexão entre ministros dizendo ‘estamos trabalhando’ e portos paralisados é estarrecedora. Não se pode ‘trabalhar mais’ uma planilha para virar um navio cargueiro cheio.
E não esqueçamos: um sistema alimentar local forte significa menos dólares gastos importando o básico. Mas ninguém quer investir em agricultores. ‘Agricultura digital’ não vai alimentar uma única criança faminta.
Mas sem estabilidade de políticas, nem mesmo agricultores confiarão no governo o suficiente para expandir. Não é sobre carisma — é sobre apoio previsível.