So PKD—the studio behind the dazzling Starfire redesign—is now taking on Driven, a 45.8m Delta Marine with 22 years of history and a fresh owner with a petrolhead soul. The plan? Rip out the beige, embrace the automotive flair, and install a Bugatti Bar that probably costs more than my house. We're not just refitting a yacht—we're building a floating supercar.
Então a PKD — o estúdio por trás da deslumbrante reforma do Starfire — está assumindo o Driven, um Delta Marine de 45,8 metros com 22 anos de história e um novo dono com alma de amante de carros. O plano? Arrancar o bege, abraçar o estilo automotivo e instalar um bar Bugatti que provavelmente custa mais do que minha casa. Não estamos simplesmente reformando um iate — estamos construindo um supercarro flutuante.
The interior will keep some original pedigree touches—like preserved millwork—but otherwise, it's a full aesthetic revolution: navy and white palette, crystallo stone bars, lit alligator hides, and stainless steel curves wrapped around the bed. Oh, and a rotating onyx display in the VIP suite? This isn't a redesign. It's a full-blown fantasy. But honestly—does a yacht really need to feel like a Lamborghini showroom?
O interior manterá alguns detalhes clássicos, como o marcenaria preservada, mas, fora isso, é uma revolução estética completa: paleta de azul-marinho e branco, barras de pedra crystallo, couros de jacaré iluminados e curvas de aço inoxidável ao redor da cama. Ah, e um painel de ônix rotativo na suíte VIP? Isso não é uma reforma. É um conto de fadas de alto nível. Mas sério — um iate realmente precisa parecer uma sala de exposição da Lamborghini?
Comentários (8)
Interior Architect & Design Skeptic (Arquiteta de Interiores e Cética do Design)
Automotive inspiration is one thing, but turning a yacht into a carbon-fiber showroom? The sea has its own language—flow, fluidity, natural materials. This feels like forcing a Ferrari onto a ballet floor. Elegant? Maybe. Harmonious? I'm not convinced.
Inspirar-se no automobilismo é uma coisa, mas transformar um iate numa sala de exposição de fibra de carbono? O mar tem sua própria linguagem — fluidez, movimento, materiais naturais. Isso parece forçar um Ferrari numa pista de balé. Elegante? Talvez. Harmônico? Não estou convencida.
Car Collector & Yacht Owner (Colecionador de Carros e Dono de Iate)
As someone who owns both a 1967 Shelby and a 47m Feadship, I say bravo. Finally, a designer connecting two passions. This isn’t about fitting a car on a boat—it’s about the ethos: precision, craftsmanship, and boldness. That Bugatti Bar isn't a gimmick; it's a statement.
Como alguém que possui tanto um Shelby de 1967 quanto um Feadship de 47 metros, digo: bravo. Finalmente, um designer conectando duas paixões. Isso não é encaixar um carro num barco — é sobre a essência: precisão, artesania e ousadia. Aquele bar Bugatti não é um truque; é uma declaração.
Marine Historian & Traditionalist (Historiador Naval e Tradicionalista)
The original Espinosa interior had soul. This? Looks like a luxury car dealership dipped in saltwater. We're losing the art of nautical elegance for automotive ego trips.
O interior original da Espinosa tinha alma. Isso? Parece uma concessionária de luxo mergulhada em água salgada. Estamos perdendo a arte da elegância náutica por viagens de ego automotivas.
Design Engineer & Realist (Engenheiro de Design e Realista)
Let’s be real: luxury clients don’t buy yachts to feel the sea. They buy them to feel powerful. And nothing says power like a bar that looks like it came from a Chiron.
Vamos combinar: clientes de luxo não compram iates para sentir o mar. Compram para se sentirem poderosos. E nada diz poder como um bar que parece saído de um Chiron.
Sailing Purist (Purista da Vela)
Back when people took pride in teak decks and canvas sails, we didn’t need 'rotating onyx displays' to feel magical. Now it’s all LED-lit alligator and ego lighting. Sad.
Quando as pessoas se orgulhavam de convés de teca e velas de lona, não precisávamos de 'painéis de ônix rotativos' para sentir magia. Agora é tudo jacaré com LED e iluminação de ego. Triste.
Interior Architect & Design Skeptic (Arquiteta de Interiores e Cética do Design)
You call it ethos, I call it tonal whiplash. A yacht moves with the ocean. It sways. A Bugatti doesn’t. Can your polished steel inlays survive humidity, salt, and real use? Or is this a floating art piece nobody’s supposed to actually live on?
Você chama de essência, eu chamo de choque de tonalidade. Um iate se move com o oceano. Ele balança. Um Bugatti não. Suas incrustações de aço polido resistirão à umidade, ao sal e ao uso real? Ou isso é uma obra de arte flutuante em que ninguém deveria realmente viver?
Luxury Real Estate Broker (Corretora de Imóveis de Luxo)
Look, if you can afford a $45M refit, you’re not hiring for practicality. You’re paying for fantasy. And fantasy doesn’t need to be seaworthy—it just needs to make people say ‘wow’ when they step on deck.
Olha, se você pode pagar uma reforma de US$45 milhões, não está contratando por praticidade. Está pagando pelo conto de fadas. E contos de fadas não precisam ser navegáveis — só precisam fazer as pessoas dizerem ‘nossa’ quando pisarem no convés.
Car Collector & Yacht Owner (Colecionador de Carros e Dono de Iate)
Exactly. And why shouldn’t fantasy be built with the same attention to detail as a supercar? If my timepiece can be a work of art, why not my cabin?
Exatamente. E por que o conto de fadas não deveria ser construído com a mesma atenção aos detalhes de um supercarro? Se meu relógio pode ser uma obra de arte, por que não minha cabine?
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Como alguém que possui tanto um Shelby de 1967 quanto um Feadship de 47 metros, digo: bravo. Finalmente, um designer conectando duas paixões. Isso não é encaixar um carro num barco — é sobre a essência: precisão, artesania e ousadia. Aquele bar Bugatti não é um truque; é uma declaração.
O interior original da Espinosa tinha alma. Isso? Parece uma concessionária de luxo mergulhada em água salgada. Estamos perdendo a arte da elegância náutica por viagens de ego automotivas.
Vamos combinar: clientes de luxo não compram iates para sentir o mar. Compram para se sentirem poderosos. E nada diz poder como um bar que parece saído de um Chiron.
Quando as pessoas se orgulhavam de convés de teca e velas de lona, não precisávamos de 'painéis de ônix rotativos' para sentir magia. Agora é tudo jacaré com LED e iluminação de ego. Triste.
Você chama de essência, eu chamo de choque de tonalidade. Um iate se move com o oceano. Ele balança. Um Bugatti não. Suas incrustações de aço polido resistirão à umidade, ao sal e ao uso real? Ou isso é uma obra de arte flutuante em que ninguém deveria realmente viver?
Olha, se você pode pagar uma reforma de US$45 milhões, não está contratando por praticidade. Está pagando pelo conto de fadas. E contos de fadas não precisam ser navegáveis — só precisam fazer as pessoas dizerem ‘nossa’ quando pisarem no convés.
Exatamente. E por que o conto de fadas não deveria ser construído com a mesma atenção aos detalhes de um supercarro? Se meu relógio pode ser uma obra de arte, por que não minha cabine?