Is This the Darkest Twist in Soap Opera History — or Just Another Tuesday on General Hospital?
Essa é a reviravolta mais sombria da história das novelas — ou só mais uma terça-feira em General Hospital?

Vamos combinar: quando Anna Devane é sequestrada, não é uma crise — é uma promoção. A mulher sobreviveu a seitas, conspirações alienígenas e até a filha dela virar vilã. Agora está num porão rabiscando num caderno como se fosse escrevendo suas memórias. Aposto que está redigindo o bilhete de resgate em pentâmetro iâmbico.
Enquanto isso, em B&B, Sheila está tentando invadir um casamento — de novo. A essa altura, a CBS deveria só dar a ela uma cadeira permanente no altar. E nem me fale do Noah, do Y&R, trazendo a amante casada pra casa. Alguém dê a essa família um calendário — é temporada de traição, não Natal!
Falando juridicamente, se Anna foi sequestrada em GH, a própria atração pode ser responsabilizada por violações de segurança no trabalho. Quer dizer, a polícia de Port Charles deve ter o pior RH do país. Quantas vezes um personagem principal já foi dopado, enterrado vivo ou mantido refém num porão só este ano?
Na minha época, os sequestros eram elegantes. Você era vendado, levado a uma mansão e servido de chá por um mordomo. Agora? São porões úmidos e bilhetes rabiscados. Cadê o drama? A dignidade?
Na verdade, o rabisco no porão é estético. Dê a Anna um moletom e um filtro dramático, que ela vira tendência no TikTok da Geração Z. O ‘estilo cárcere academia sombria’ está no clima.
Você percebe que, se Sheila invadir o casamento, ela pode ser processada por danos emocionais? Há precedentes: lembra quando Eve foi ao casamento do Victor e fez ele perder 5 milhões? Isso não é entretenimento, é uma infração civil.
Como alguém que organizou um casamento durante o lockdown, só quero que o dia da Hope seja tranquilo. Mas no segundo em que a Sheila aparecer, eu pego o extintor de incêndio. De novo.
O túmulo dos DiMera é basicamente um teste de lealdade da família. Você não é um DiMera de verdade até ter sido trancado lá com outras três pessoas que já tentaram te matar pelo menos uma vez. Tradição é tradição.
O Theo entrar pro grupo do túmulo? Isso não é prisão — é uma confraternização em grupo. Só falta bata combinada e exercício de queda de confiança.
Confissão: fui eu quem escreveu a cena da 'bebida dopada'. A sala de roteiristas disse: 'Faça algo shakespeareano, mas com mais delineador.' Então eu fiz. Espero que a Cat não fique brava.