2025’s Worst TV Shows Prove Celebrities + Big Budgets ≠ Good Storytelling — Is Streaming Just a Vanity Project Now?
Os Piores Programas de TV de 2025 Provam Que Celebridades + Orçamento Alto ≠ Boa Narrativa — O Streaming Virou Só Projeto de Ego Agora?

Deixa eu ver se entendi: agora temos Glenn Close e Kim Kardashian na mesma série jurídica sobre advogados divorcistas ricos, e de alguma forma ela não só é ruim — é o pior programa do ano? Não porque é ousado ou polarizador, mas porque é vazia, caótica e emocionalmente exaustiva. Isso não é falha de gosto — é falha de visão. Ryan Murphy não só fez um programa ruim; ele criou um monstro de Frankenstein feito de participações de celebridades e melodrama vazio.
E o golpe final? O Hulu renovou. A crítica detonou, o público ignorou — mas ei, a cara da Kim K vende cliques, e os algoritmos não ligam se o seu programa é bom, só se ele está sendo comentado. Bem-vindo à era da ‘porcaria quente’ na TV, onde renovação depende não da qualidade, mas do volume de burburinho — não importa quão tóxico seja.
Finalmente normalizamos o ‘rejeitado pela crítica, promovido pelo algoritmo’. Neste ponto, a nota no Metacritic é só fachada. Uma formalidade. A verdadeira crítica é quantos minutos as pessoas aguentam antes de desistir de raiva.
Você está ignorando o problema estrutural: os serviços de streaming agora funcionam como conglomerados de mídia fazendo projetos de ego para parceiros de primeira linha. A Netflix libera ‘Monster’ sabendo que é exploratório, mas isso garante um lugar na ‘mesa de prestígio’ enquanto gera tráfego polêmico. Isso não é conteúdo — é gestão de marca.
Todo mundo tá agindo como se programas reais já tivessem fingido ser arte. É TV! As pessoas querem drama, não dissertações. Eu troco ‘Simon Cowell: O Próximo Atto’ pela sua série indie qualquer dia.
Na minha época, um piloto ruim significava cancelamento. Agora significa segunda temporada. O que vem depois? Um filme vencedor do Razzie virar trilogia?
Hulu: ‘Ouvimos seu feedback: você odeia o programa. Ótimo! Quer dizer que está funcionando.’
Exatamente. Engajamento é engajamento — positivo ou negativo. E raiva é o combustível mais eficiente.
A reação contrária está crescendo. As pessoas estão começando a perceber a farsa. Eventualmente, até os algoritmos não conseguem lucrar com esgotamento.
Ah, sim, o eterno otimista. Me lembra quantos anos já ouvimos ‘a era de ouro da TV está acabando’? E no entanto, aqui estamos. Renovando porcaria quente por causa do ‘engajamento’.