Another Deadly Crash on US 60 – Is Arizona Finally Going to Fix These Lethal Intersections?
Mais um acidente fatal na US 60 – Afinal, o Arizona vai corrigir essas interseções mortais?

A rodovia US 60 em Peoria reabriu após um motociclista, Michael Anthony Bianco, de 70 anos, morrer em um acidente perto das avenidas Grand e Peoria. Isso não é apenas mais uma morte no trânsito — é o mais recente de uma série de tragédias evitáveis em pontos perigosos já conhecidos.
O acidente aconteceu por volta das 7h, envolveu outro veículo e não teve embriaguez — então o que realmente é o culpado? Uma infraestrutura que prioriza velocidade em vez de segurança, é isso. Enquanto isso, a ADOT twitta atualizações como se tudo estivesse sob controle enquanto as pessoas continuam morrendo.
Essa interseção é uma armadilha mortal. Eu passo por ela toda manhã e preciso me preparar. Carros avançam o sinal vermelho o tempo todo. Quantas pessoas mais precisam morrer antes de colocarem um sinal para conversão à esquerda?
Como engenheiro, odeio dizer, mas isso vai além de uma interseção defeituosa. A US 60 foi projetada para o tráfego dos anos 80. Não consegue lidar com o volume atual sem reformas profundas. Precisamos de rotatórias, não de remendos.
As pessoas adoram culpar as estradas, mas talvez devêssemos olhar para nós mesmos. Motociclistas fazem zigue-zague entre faixas, ultrapassam o limite e acham que todo mundo os vê. Algumas mortes são simplesmente inevitáveis.
Dizer que mortes são ‘inevitáveis’ é exatamente como os sistemas permanecem quebrados. Aceitamos 40 mil mortes no trânsito por ano nos EUA como se fosse clima. Não — o design determina o destino.
O Michael fazia esse trajeto há 15 anos. Sempre cuidadoso. Isso não foi ‘risco desnecessário’ — foi falha de design. Ele não merecia isso.
É devastador. Mas eu vi pessoal instalando novas placas na semana passada. Será que este acidente finalmente botou fogo na prefeitura?
Ah, por favor. Novas placas não vão deter um motorista distraído andando a 110 km/h numa zona de 70. Não vamos fingir que remendos curam ossos quebrados.
E o melhor: essas reformas custam menos que o custo vitalício de um único acidente fatal. Mas políticos só agem quando é politicamente seguro. Isso precisa mudar.