Is Iraq Facing a Fiscal Tsunami by 2025—or Is This Just the Calm Before the Storm?
O Iraque está prestes a enfrentar um tsunami fiscal em 2025 — ou é só a calmaria antes da tempestade?

O Iraque está olhando de frente para um déficit de 11,4 bilhões de dólares no fim do ano, impulsionado pela queda nos preços do petróleo e por um Banco Central que está saqueando suas próprias reservas só para manter a luz acesa. Isso não é só mais um tropeço orçamentário — é uma hemorragia fiscal completa.
E vamos ser sinceros: com salários fantasmas e ajuda política sugando o sistema, isso não é um problema de receita — é um problema de confiança. Quando você não consegue auditar quem realmente está sendo pago, toda a economia funciona com base em ficção.
Os preços do petróleo estão baixos, sim, mas o verdadeiro vilão é a dependência estrutural. O Iraque construiu sua economia em torno de uma commodity volátil e agora se surpreende quando ela espirra. Como isso ainda pode surpreender em 2025?
Fácil falar isso da Basra. Nem todos aqui somos barões do petróleo. Meu salário já está três meses atrasado. Se começarem a cortar programas, o que vamos comer — esperança?
Este é um caso clássico de monocultura fiscal. Imagine uma fazenda de uma única cultura em plena seca — sem irrigação, sem rotação de culturas, sem plano B. É exatamente a economia baseada no petróleo do Iraque.
Lá vamos nós de novo. Mais uma história assustadora sobre finanças. O governo sempre arruma um jeito — imprimindo dinheiro, implorando ao FMI ou apenas prometendo não cortar salários. Enquanto isso, nada muda.
Salários fantasmas? Pensões políticas para pessoas mortas? Precisamos de uma auditoria forense na semana passada. Isso não é corrupção — é roubo sistêmico com papelada.
Cortar desperdícios é necessário, mas politicamente suicida. Cada funcionário fantasma tem um líder tribal ou um partido de apoio. Você não pode demiti-los — provocaria uma guerra civil.
Eu não sou ingênua. Mas auditar os cadastros de assistência social e reinvestir as economias em escolas e startups de tecnologia poderia realmente quebrar o ciclo. Nem todo político é ladrão.
O que o Iraque precisa não é só uma auditoria — é uma revolução fiscal. Estamos falando em reescrever as regras de governança, transparência e prestação de contas para uma geração.