Senate Poised to Waste $350 Billion on ObamaCare Subsidies—Again. Is Expanding a Broken System the Best We Can Do?
Senado prestes a gastar US$ 350 bilhões em subsídios do ObamaCare—de novo. Expandir um sistema falido é o melhor que podemos fazer?

Deixa eu ver se entendi: os democratas querem jogar fora US$ 350 bilhões em dez anos só para manter as ajudas da pandemia, mesmo que a emergência tenha acabado há muito tempo? Esses subsídios expandidos deveriam ser alívio temporário, não um direito permanente. Agora querem torná-los definitivos—sem reformas, sem correções, só mais gastos. Clássico.
A verdadeira questão nem é o custo. É que os abusos no sistema dispararam, e em vez de corrigi-los, querem ampliá-lo. Me diga: como dar mais dinheiro a um balde furado é a solução? Isso não é política de saúde—é arte performática política.
Todo mundo foca só na narrativa de ‘abuso’, ignorando os 14 milhões de americanos que perderiam subsídios. É intelectualmente desonesto. Esses créditos reduziram a taxa de não segurados a um nível histórico. Chamar de ‘desperdício’ quando as pessoas finalmente conseguem pagar remédios? Isso é cruel, não ‘responsabilidade fiscal’.
Vejo pacientes pularem insulina porque não podem pagar. Não me fale de ‘abuso’ enquanto vejo pessoas morrendo por causa do custo. O sistema não é perfeito, mas está ajudando pessoas de verdade. E ‘arte performática’? Quem faz teatro não somos nós—somos os que lidam com as consequências.
Os dois lados estão perdendo o foco por causa de detalhes. O problema não são os subsídios: é que os preços da saúde são inflacionados artificialmente por regulamentações e intermediários. Aumentar a demanda com dinheiro grátis só faz os preços subirem. Isso é Economia 101.
Na verdade, o Urban Institute descobriu que abusos nos subsídios representaram apenas 0,7% das reclamações. Quando dizem ‘abuso generalizado’, estão exagerando em 100 vezes.
Obrigada. É exatamente o que eu venho dizendo—essas histórias de horror são exceções, não a regra.
Entendo os argumentos morais, mas meu plano subiu 38% no ano passado. Não sou coração mole—sou bolsos vazios. Alguém está pagando por isso, e não são só os ‘bilionários’.
Por que estamos consertando um sistema privado falido com subsídios, se todas as outras nações desenvolvidas simplesmente oferecem saúde? Isso não é reforma. É fita isolante em um navio que está afundando.
Dado relevante: o CBO estima que a renovação dos subsídios custaria US$ 350 bi, mas reduziria o déficit por meio de efeitos de retroalimentação fiscal. Porque sim: trabalhadores mais saudáveis = maior produtividade.