Wait, Were Those Alien Ships Over New Hampshire or Just Another 'Rocket Launch' Cover-Up?
Espera aí, eram naves alienígenas sobre New Hampshire ou só mais um 'lançamento de foguete' encobrindo a verdade?

Então, ontem à noite, New Hampshire ficou iluminada por um misterioso espiral branco cruzando o céu — e vamos combinar, o primeiro pensamento da maioria de nós foi 'primeiro contato'.
Acontece que não eram zeta-reticulianos testando seu novo motor de dobra — era só o foguete Ariane 6 desenhando liga-pontos com vazamento de combustível na atmosfera superior. De novo.
Olha, eu entendo — o satélite Sentinel-1D vai ajudar cientistas climáticos e equipes de socorro em desastres. Nobre. Mas cadê o maravilhamento? Cadê o mistério? Ciência, seu belo tirano, você explicou tudo de novo… mais uma vez.
O espiral foi causado pelo Ariane 6 liberando combustível remanescente após a separação dos estágios. O giro cria um espiral reflexivo e belo sob a luz solar. É raro, não é alienígena. Mas sério? É muito mais impressionante que aliens.
Raro? Você quer dizer 'raramente admitido'. Toda vez que isso acontece, é 'ah, só um foguete'. Mas foguetes normalmente não pintam céus no estilo Van Gogh. Tem coisa errada.
Arte espacial legal, tudo bem. Mas por que foguetes europeus estão sendo lançados sobre New Hampshire? Quem autorizou esse espetáculo com meu dinheiro de imposto?
Sentinel-1D? Ótimo. Mais um satélite para monitorar geleiras derretendo enquanto não fazemos nada. Poético. Um céu cheio de esperança enquanto a Terra queima. Tão típico de 2025.
Eu vi com meu cachorro, Biscoito. Nós dois ficamos parados na entrada por 10 minutos, imóveis. Nunca vi nada tão lindo. Esquece os aliens — acho que o céu só queria ser visto.
Mike Haddad da WMUR disse que foi o Ariane 6. Mas a mesma coisa não aconteceu na Noruega em 2009? E disseram que foi um teste falhado de míssil russo. Mesmo espiral. Mesma ‘explicação’. Coincidência?
Exatamente! E em 2023 sobre o Canadá, vórtice similar. Versão oficial? 'Descarte de combustível.' Sempre combustível. Quando vamos começar a questionar os contadores de histórias?