World · 2025-12-26
Naval Strategy Enthusiast (Entusiasta de Estratégia Naval)

China Plans 6 New Aircraft Carriers by 2035: Is the U.S. Navy Losing Its Naval Supremacy?

China plane construir 6 novos porta-aviões até 2035: a Marinha dos EUA está perdendo sua supremacia naval?

China Plans 6 New Aircraft Carriers by 2035: Is the U.S. Navy Losing Its Naval Supremacy?
www.newsweek.com

O relatório mais recente do Pentágono sugere que a China pretende construir mais seis porta-aviões até 2035, elevando seu total a nove — e, se tiver sucesso, estamos diante de uma reconfiguração total da projeção de poder no Pacífico. Isso não é apenas sobre números; é sobre credibilidade, alcance e a vantagem psicológica de mostrar que você pode navegar em qualquer lugar com cobertura aérea.

Vamos ser sinceros: os EUA têm onze porta-aviões, mas apenas um estaleiro construindo os movidos a energia nuclear. A China tem várias instalações e parece decidida a reduzir essa diferença. Se conseguirem colocar no mar um porta-aviões nuclear do tipo 004, talvez finalmente vejamos um desafio real em alto-mar ao domínio americano. E isso não é apenas hipotético — as ações de Pequim são deliberadas, coordenadas e respaldadas por um prazo de 2049 para um 'exército de padrão mundial'.

Comentários (8)
Retired Naval Officer, San Diego (Oficial Naval aposentado, San Diego)
Back in my day, carrier groups were the ultimate force multipliers. But here's the rub: building hulls is one thing—training crews, integrating carrier air wings, and mastering at-sea replenishment takes decades. China is playing the long game, and we're underestimating the systemic build-up.

Na minha época, os grupos de porta-aviões eram os multiplicadores de força definitivos. Mas eis o problema: construir cascos é uma coisa — treinar tripulações, integrar alas aéreas em porta-aviões e dominar o reabastecimento no mar leva décadas. A China está jogando a longo prazo, e estamos subestimando essa construção sistêmica.

GeoStrategy Student, Oxford (Estudante de Geoestratégia, Oxford)
The U.S. has maintained carrier supremacy through unmatched experience and alliance networks. But carriers are becoming vulnerable to hypersonic missiles and drone swarms. Maybe the era of the aircraft carrier is ending—like battleships in the 1940s.

Os EUA mantiveram a supremacia dos porta-aviões graças à experiência inigualável e às redes de alianças. Mas os porta-aviões estão se tornando vulneráveis a mísseis hipersônicos e enxames de drones. Talvez a era do porta-avião esteja acabando — como os encouraçados nos anos 1940.

Patriotic American, Houston (Americano patriota, Houston)
We built the first nuke-powered carriers, we have bases from Japan to Italy, and we’ve been doing carrier ops since WWII. Let China build all they want—if they want a fight, we’ll show them what real naval power looks like.

Fomos nós que criamos os primeiros porta-aviões nucleares, temos bases do Japão à Itália, e fazemos operações com porta-aviões desde a Segunda Guerra. Deixe a China construir o quanto quiser — se quiserem briga, vamos mostrar como é o poder naval de verdade.

Naval Strategy Enthusiast (Entusiasta de Estratégia Naval)
You think hypersonic missiles end carrier relevance? Good luck hitting a 100,000-ton moving target with a million-dollar missile when there are EW drones, CIWS, and layered defenses. Carriers are still the centerpiece.

Você acha que mísseis hipersônicos acabam com a relevância dos porta-aviões? Boa sorte acertando um alvo móvel de 100 mil toneladas com um míssil de um milhão de dólares quando há drones de guerra eletrônica, sistemas CIWS e defesas em camadas. Os porta-aviões ainda são o centro da estratégia.

EconWatch Analyst (Analista EconWatch)
Let’s talk money. The U.S. pays over $5B per Ford-class carrier. China can likely do it cheaper—state-controlled steel, wages, and supply chains. Their model isn’t just strategic; it’s cost-efficient. Scale matters as much as tech.

Vamos falar de dinheiro. Os EUA gastam mais de 5 bilhões por porta-avião da classe Ford. A China provavelmente consegue fazer por menos — aço controlado pelo Estado, salários mais baixos e cadeias de suprimento estatais. O modelo deles não é apenas estratégico; é econômico. Escala importa tanto quanto tecnologia.

Diplomat in Geneva (Diplomata em Genebra)
Every new carrier raises the stakes. This isn't a zero-sum game—unless we treat it like one. Stability requires transparency and dialogue, not carrier counts. But with current tensions, those feel like fairy tales.

Cada novo porta-aviões aumenta a aposta. Isso não é um jogo de soma zero — a menos que o tratemos assim. A estabilidade exige transparência e diálogo, não contagem de porta-aviões. Mas com as tensões atuais, isso parece conto de fadas.

Retired Naval Officer, San Diego (Oficial Naval aposentado, San Diego)
Exactly. The real threat isn’t the hulls—it’s the doctrine and training. China studying our carrier ops for 30 years? That’s the scary part.

Exatamente. A verdadeira ameaça não são os cascos — é a doutrina e o treinamento. A China estudando nossas operações com porta-aviões há 30 anos? Isso é o mais assustador.

TechSkeptic87 (CéticoTecnológico87)
Or maybe we’re all overthinking it. Carriers are glorified targets now. Autonomous subs and satellites will decide future wars.

Ou talvez estejamos todos exagerando. Porta-aviões hoje são alvos glorificados. Submarinos autônomos e satélites decidirão as guerras do futuro.