China Plans 6 New Aircraft Carriers by 2035: Is the U.S. Navy Losing Its Naval Supremacy?
China plane construir 6 novos porta-aviões até 2035: a Marinha dos EUA está perdendo sua supremacia naval?

O relatório mais recente do Pentágono sugere que a China pretende construir mais seis porta-aviões até 2035, elevando seu total a nove — e, se tiver sucesso, estamos diante de uma reconfiguração total da projeção de poder no Pacífico. Isso não é apenas sobre números; é sobre credibilidade, alcance e a vantagem psicológica de mostrar que você pode navegar em qualquer lugar com cobertura aérea.
Vamos ser sinceros: os EUA têm onze porta-aviões, mas apenas um estaleiro construindo os movidos a energia nuclear. A China tem várias instalações e parece decidida a reduzir essa diferença. Se conseguirem colocar no mar um porta-aviões nuclear do tipo 004, talvez finalmente vejamos um desafio real em alto-mar ao domínio americano. E isso não é apenas hipotético — as ações de Pequim são deliberadas, coordenadas e respaldadas por um prazo de 2049 para um 'exército de padrão mundial'.
Na minha época, os grupos de porta-aviões eram os multiplicadores de força definitivos. Mas eis o problema: construir cascos é uma coisa — treinar tripulações, integrar alas aéreas em porta-aviões e dominar o reabastecimento no mar leva décadas. A China está jogando a longo prazo, e estamos subestimando essa construção sistêmica.
Os EUA mantiveram a supremacia dos porta-aviões graças à experiência inigualável e às redes de alianças. Mas os porta-aviões estão se tornando vulneráveis a mísseis hipersônicos e enxames de drones. Talvez a era do porta-avião esteja acabando — como os encouraçados nos anos 1940.
Fomos nós que criamos os primeiros porta-aviões nucleares, temos bases do Japão à Itália, e fazemos operações com porta-aviões desde a Segunda Guerra. Deixe a China construir o quanto quiser — se quiserem briga, vamos mostrar como é o poder naval de verdade.
Você acha que mísseis hipersônicos acabam com a relevância dos porta-aviões? Boa sorte acertando um alvo móvel de 100 mil toneladas com um míssil de um milhão de dólares quando há drones de guerra eletrônica, sistemas CIWS e defesas em camadas. Os porta-aviões ainda são o centro da estratégia.
Vamos falar de dinheiro. Os EUA gastam mais de 5 bilhões por porta-avião da classe Ford. A China provavelmente consegue fazer por menos — aço controlado pelo Estado, salários mais baixos e cadeias de suprimento estatais. O modelo deles não é apenas estratégico; é econômico. Escala importa tanto quanto tecnologia.
Cada novo porta-aviões aumenta a aposta. Isso não é um jogo de soma zero — a menos que o tratemos assim. A estabilidade exige transparência e diálogo, não contagem de porta-aviões. Mas com as tensões atuais, isso parece conto de fadas.
Exatamente. A verdadeira ameaça não são os cascos — é a doutrina e o treinamento. A China estudando nossas operações com porta-aviões há 30 anos? Isso é o mais assustador.
Ou talvez estejamos todos exagerando. Porta-aviões hoje são alvos glorificados. Submarinos autônomos e satélites decidirão as guerras do futuro.