Wisconsin’s Deer Hunt Numbers Are In — Is This the End of an American Tradition?
Os números da caçada de veados em Wisconsin já saíram — será o fim de uma tradição americana?

Então a temporada de caça com arma de fogo de 2025 em Wisconsin terminou com uma queda de 0,8% no abate e uma leve queda de 0,12% nas licenças. Na teoria, parece estável — mas olhe com mais atenção. O abate de veados com chifres caiu 2,6%, o que pode indicar que mais jovens machos estão sobrevivendo, talvez por caçadores mais espertos ou mudanças na população.
E não ignoremos os dois incidentes — um fatal, outro doloroso (tiro na bunda?!). O DNR insiste na segurança com armas, mas quão eficaz é isso se pessoas ainda morrem em árvores ou atiram na própria bunda? Talvez seja hora de cursos obrigatórios de reciclagem.
Vamos lá, uma queda de 0,12% nas licenças não é declínio — é ruído estatístico. Esta tradição está viva e bem. Minha família caça há quatro gerações, e todo ano estamos lá no frio, trocando histórias e comendo carne de veado. Isso é cultura, não só dados.
Quebrei a perna caindo de uma arquibancada em árvore no ano passado. A história da 'bunda baleada'? Pois é, isso me afeta. Precisamos de equipamentos de segurança melhores e revisões obrigatórias a cada 5 anos. Isso não é um videogame.
A verdadeira vitória aqui é o aumento do abate de veados sem chifres. Isso mostra que a gestão está funcionando. Precisamos de mais fêmeas abatidas para equilibrar o ecossistema. Além disso, 294 mil veados abatidos no total? Número sólido — mostra que caçadores estão se adaptando às temporadas com arco.
Sejamos honestos: pessoas levando tiro na bunda e mortas em árvores? Este ritual é mais perigoso do que deveria. E não vamos fingir que carne de veado salva alguém da fome. Apenas admita que é um hábito cultural com alto risco e siga em frente.
Do ponto de vista de risco, 10 incidentes em 5 anos com 2 mortes é impressionante. Isso dá 0,0006% de taxa de fatalidade por caçador-dia. Compare com esqui ou dirigir — muito mais seguro do que as pessoas imaginam.
Já tratei minha cota de feridos por caça. Nada glamoroso. Nada de tradição — é sangue, dor e papelada. E sim, ferimentos na bunda são reais. Não ria — já fechei três com ponto nesta temporada.
Dados preliminares? De domingo à noite? Isso não é análise — é um comunicado. Espere até janeiro. Tendências não surgem de um único número.
Seis temporadas sem mortes em 10 anos? Isso não é sorte — é resultado de décadas de educação para caçadores, cultura de segurança e fiscalização. Vamos reforçar isso, não culpar os caçadores.