Is Luxury Footwear’s New CEO the Answer to Surviving the Retail Apocalypse?
O novo CEO do luxo calçadista é a resposta para sobreviver à apocalipse do varejo?

A Malone Souliers acaba de soltar uma bomba: Andrew Wright, ex-presidente das Américas da Manolo Blahnik, agora está no comando. Isso não é só uma contratação — é uma escalada estratégica completa para uma marca que quer ir global sem perder sua alma britânica.
Wright traz 30 anos de experiência no time pesado da moda, de Ralph Lauren a Louis Vuitton. E Mary Alice Malone não apenas o elogiou — ela disse, literalmente, que está ‘além do empolgada’ e não imagina um ‘melhor parceiro’ para cuidar da marca. Parece amor, mas será que é a química certa para expansão comercial?
Vamos com calma. Um currículo chique com Louis Vuitton e Ralph Lauren é ótimo, mas o luxo está se afogando em excesso de exposição. Será que Wright consegue diferenciar a Malone Souliers de todas as outras marcas ‘artesanais’ gritando por atenção no Instagram?
O histórico de Wright em merchandising e desenvolvimento de negócios não é brincadeira. Na Louis Vuitton, ele não simplesmente vendia bolsas — construiu sistemas de treinamento que escalaram globalmente. Isso é brilhantismo operacional, não apenas conversa de marketing.
Como alguém que usa Malone Souliers desde o início, tudo que me importa é saber se isso significa mais tamanhos e entrega mais rápida. Não outra rebranding. Por favor.
Contratar um veterano de impérios da moda tradicionais é seguro, mas é visionário? Onde está o compromisso com sustentabilidade ou produção ética? Ou isso é só mais capitalismo de luxo como sempre?
Você acha que sustentabilidade não faz parte de escalar operações? Qualquer idiota sabe que fornecimento ético reduz riscos de longo prazo. O cargo de Wright na Louis Vuitton em aprendizagem global envolvia treinar equipes em conformidade — isso é a base para ESG.
A verdadeira vitória aqui é a distribuição. Wright sabe colocar produtos de luxo nas lojas certas — de Saks ao Dover Street Market. Se ele expandir a presença deles no Japão e no Oriente Médio? Fim de jogo.
Todo esse xadrez corporativo enquanto o mundo arde. Enquanto isso, o sapateiro da esquina conserta sapatos por 20 dólares. Talvez o futuro da moda não seja crescer — seja consertar.
Finalmente, alguém que entende. Meus sapatos rasgaram na costura mês passado e o conserto levou seis semanas. ‘Crescimento’ não significa nada se o básico for ruim.