Margot Robbie’s Wuthering Heights Is Either a Genius Reimagining or a Hot Mess—What Did Emerald Fennell Just Unleash?
O novo Wuthering Heights de Margot Robbie é uma reimaginação genial ou um desastre total? O que Emerald Fennell acabou de desencadear?

Deixa eu ver se entendi: Margot Robbie, direto de Barbie, agora interpreta Cathy em um novo Wuthering Heights dirigido por Emerald Fennell — um filme que já está sendo chamado de 'Shakespeare encontra OnlyFans' por alguns setores do Twitter.
Temos Jacob Elordi como Heathcliff — com cavanhaques, sotaque iorquino e tudo mais — enquanto Robbie, aos 34 anos, interpreta uma alma adolescente em um filme de época que é menos uma 'adaptação fiel' e mais um 'pesadelo gótico ambientado em pisos vermelhos envernizados'. A verdadeira pergunta não é se isso vai fracassar, mas se estamos prontos para um épico romântico que realmente nos faça sentir de novo.
Fennell diz que quer que isso seja 'o Titanic dessa geração' — e, francamente? Depois da virada cultural do Barbie, que começou com críticas, eu não apostaria contra ela.
Desculpe, mas Emily Brontë está girando no túmulo. Isso não é Wuthering Heights — é Wuthering Heights™: a Experiência Margot & Emerald. Você não pode pegar uma tragédia gótica do século XIX, mergulhá-la em synth-pop e chamar de obra-prima.
Ah, por favor. A arte evolui. As peças de Shakespeare eram basicamente fanfics elisabetanas com lutas de espadas. Se Brontë tivesse visto essa linguagem cinematográfica de emoção exuberante e estética ousada, provavelmente teria adorado.
O design de figurino sozinho já é um pesadelo de anacronismos. Vestidos de noiva no século XIX não tinham silhuetas dos anos 1950 — e desde quando Wuthering Heights tinha pisos de dança vermelhos envernizados?
Eu não ligo para fidelidade — eu quero saber se vai me fazer chorar no meu pipoca. Se este for o primeiro romance épico desde O Diário de Uma Paixão, conte comigo. Nós merecemos histórias de amor grandes, caóticas e que batam no peito.
Vocês estão perdendo o ponto. Margot não só atua nisso — ela co-produziu a visão da LuckyChap para histórias lideradas por mulheres. Isso é sobre poder, não sobre purismo.
Exatamente. No momento em que você vê um clássico pela perspectiva de uma mulher e ouve Charli XCX na trilha sonora, já reescreveu as regras. Isso não é desrespeito — é renascimento.
Jacob Elordi como Heathcliff? Ele é um garoto da praia com abdômen definido, não um monstro feral e byroniano. Onde está a fúria? Onde está a sujeira sob as unhas? Fiennes tinha isso. Hardy tinha isso. Eu acreditarei quando ver.
Como mãe de primeira viagem que filmou um filme após o parto, me senti representada. Quando Robbie disse que estava mais 'no corpo do que na cabeça'? Esse é o sonho de toda mãe que trabalha.