Is This $500M Art Sale the Biggest Cultural Fire Sale in Modern History?
Essa Venda de Arte de US$ 500 mi é a Maior 'Festa do Fogo Cultural' da História Moderna?

A coleção de arte de Leonard Lauder ir para leilão não é só uma venda: é uma mudança sísmica no mundo da arte. Três Klimts, obras de Van Gogh e Munch, e um preço estimado de meio bilhão de dólares.
E adivinhe: está acontecendo no antigo museu Whitney, agora nova sede da Sotheby’s, servindo também como festa de lançamento. Imagine tomar champanhe cercado por Klimts que estão prestes a desaparecer em cofres privados.
Essa venda é um desastre para o acesso público à arte. Essas obras deveriam estar em museus, não no cofre de algum oligarca. Estamos perdendo a memória cultural coletiva por causa da liquidez do espólio.
Por favor. Grande parte dos cubistas de Lauder já foi para o Met. Ele não estava acumulando arte como o Tio Patinhas. Se o espólio precisa de dinheiro, essa é a saída mais elegante.
Sejamos realistas: não dá para culpar uma família por monetizar riqueza geracional. Arte é só mais uma classe de ativos. US$ 500 mi ajudam a quitar dívidas fiscais e diversificar a carteira.
O fato de esses Klimts não irem a leilão há décadas é absurdo. Isso não é ganância: é uma correção histórica. Os preços estavam absurdamente contidos.
Só espero que um desses Van Goghs não acabe num apartamento em Dubai, guardado para sempre. Ele pintava para as pessoas, não para os cofres de bilionários.
A atmosfera naquele prédio sexta? Elétrica. Metade culto à arte, metade negociata de Wall Street. Dava para sentir o dinheiro respirando.
As pessoas ficam falando de perda, mas Lauder foi um doador inteligente. Ele doou 78 obras cubistas para o Met. Vamos respeitar esse legado, não só lamentar as vendas.