Jennifer Lawrence and Emma Stone Finally Make Their Move — With a Miss Piggy Movie?!
Jennifer Lawrence e Emma Stone Finalmente Dão o Ar da Graça — Com Um Filme da Miss Piggy?!

E Cole Escola, recém-saído de uma vitória no Tony por 'Oh, Mary!', está escrevendo o roteiro. Vamos combinar: isso pode virar uma sátira camp total, uma cinebiografia de uma porca fictícia com sonhos do Oscar. Ou pode ser um desastre superficial movido a produtos. Mas, conhecendo o sarcasmo afiado de Escola e o histórico de escolhas ousadas das produtoras, estou cautelosamente otimista. Ainda assim, a verdadeira pergunta é… quem vai interpretar o Kermit?
Maravilha. Mais um reboot de um IP nostálgico que a gente não precisava. A Disney vem explorando os Muppets para lucros fáceis desde que os comprou. Por que não dar à Miss Piggy um programa de culinária ou uma linha de skincare?
Beleza, mas Cole Escola escreveu 'Oh, Mary!' — uma peça que transforma trauma histórico em sátira queer extravagante. Isso pode ser genial. Imagina a Miss Piggy não como piada, mas como um comentário meta sobre fama, gênero e absurdo de Hollywood.
Finalmente, a rainha recebe sua coroa. A Miss Piggy merece um filme solo mais que 90% do elenco do MCU.
Isso faz todo sentido. O prestígio de Jennifer Lawrence + a credibilidade no Oscar de Emma Stone + o barulho cultural de Cole Escola = um IP pronto para franquia com potencial de prêmios embutido.
Potencial de prêmios embutido? Sério que você acha que a Academia vai premiar um filme sobre um porco dando chutes de caratê rumo à fama? Por favor.
A Academia também não achava que The Artist ou Poor Things eram filmes de verdade — até eles ganharem o Melhor Filme. O estilo camp sempre foi cinematográfico. Está na hora da Miss Piggy ter seu momento Joan Crawford.
Jennifer Lawrence reclamando de oito apresentações por semana? Tenta fazer teatro experimental em Nova York por 200 dólares por semana. Bem-vinda à verdadeira rotina, vencedora do Oscar.
É curioso como as pessoas esquecem: a Miss Piggy foi revolucionária. Nos anos 70, ela era uma mulher barulhenta e sem desculpas que exigia respeito. Ela não era só um porco — era uma declaração.