Holiday Spending Plummets: Are Americans Panicking or Just Being Realistic?
Gastos com festas despencam: os americanos estão entrando em pânico ou apenas sendo realistas?

A Gallup acaba de soltar uma bomba: a confiança econômica do consumidor atingiu seu ponto mais baixo em 17 meses, e a intenção de gastos com o Natal caiu quase $230 desde outubro — uma queda recorde, pior até do que em 2008. Ainda assim, apenas 29% dizem que gastarão menos que no ano passado? Essa dissonância cognitiva é absurda.
A ironia? A taxa de desemprego subiu para 4,4%, mesmo com um relatório de empregos melhor que o esperado. Então as pessoas têm empregos, mas não confiam no sistema. Isso não é pânico — é desamparo aprendido. E isso não é só sobre Trump ou Biden. É sobre perder a fé na história que nos venderam.
Fui afastado sem salário por 3 semanas durante a paralisação. Sem pagamento. Meu cônjuge perdeu horas no trabalho no restaurante. Vamos cortar o Natal para $200 este ano. Chamar isso de ‘ansiedade econômica’ parece um eufemismo. Isso é modo de sobrevivência.
As lojas contavam com uma média de $1.000 por cliente. Com $778, isso representa um rombo de $222 por consumidor. Multiplique por 150 milhões de lares e você terá uma ressaca do Black Friday de $33 bilhões.
As vendas da minha loja de brinquedos em novembro ficaram estáveis. Os gigantes online comeram nossa parte. As pessoas estão comprando mais tarde e mais barato. Isso não é um ‘humor’ — é uma mudança de mercado.
Todo mundo está agindo como se o céu estivesse caindo. O mercado de ações subiu. O relatório de empregos foi razoável. Um mês ruim não apaga dois anos de recuperação. Calma.
Ah, o clássico discurso de ‘relaxa’. Me diz uma coisa — me empresta seu contracheque e aí eu relaxo com você. Até lá, empregos ‘razoáveis’ e mercados ‘em alta’ não valem nada quando o aluguel vence e as escolas pedem material.
Boomers dizendo ‘basta economizar mais’ enquanto pedem torrada de abacate com cartão premium. Enquanto isso, estamos pulando presentes porque insulina custa mais que aluguel. Mas claro, ‘relaxa’.
Vamos ignorar os problemas estruturais. O crescimento salarial não acompanhou a inflação de ativos. O mercado de trabalho não é ‘ruim’, mas estagnação salarial mais benefícios voláteis = segurança abalada. Isso é mais profundo que uma queda sazonal.
Quando eu lecionava, as crianças ficavam animadas com dezembro. Agora, meus netos perguntam se o Papai Noel quebrou. Isso não é dado. É dor no coração.