2025’s Shooter Games Are Too Good—Did We Finally Fix the Genre?
Os jogos de tiro de 2025 estão bons demais — finalmente consertamos o gênero?

Os jogos de tiro estavam ficando repetitivos — inimigos que aguentam tiros demais, grind de loot e a mesma fantasia militar reciclada pela 14ª vez. Mas 2025 virou o jogo. Desde parkour de robôs em Metal Eden até cavaleiros matando demônios em DOOM: The Dark Ages, este ano não só aperfeiçoou — reinventou.
Até sucessos quase cult, como Metal Eden — uma carta de amor de um estúdio polonês ao anime e ao speedrunning — provaram que times pequenos podem superar seus limites. E Battlefield 6? Não só voltou — conquistou. O rei voltou, e o Call of Duty pode precisar de um desfibrilador.
Lembro quando shooters eram só Duck Hunt e GoldenEye. Agora temos demônios DOOM com estilo samurai e jogos poloneses de parkour com robôs? O meu eu de 12 anos está gritando de alegria.
Vamos ser realistas — essa ‘renascença’ foi financiada por mecânicas de live service e microtransações. Esses jogos não são revolucionários; só escondem melhor a monetização.
Exatamente! Os mesmos estúdios que arruinaram os shooters com loot boxes agora fingem que ‘salvaram’ o gênero. Põe isso na minha conta.
Vocês estão perdendo o ponto. Jogos como Metal Eden provam que paixão importa mais que orçamento. Um time de 12 pode superar estúdios AAA quando realmente se importa.
Pois é, mas nem todo indie queridinho é uma obra-prima. Metal Eden parece legal, mas vendeu 8 mil cópias. Será que o mercado sabe de algo?
Ninguém falou sobre como Atomfall acertou o horror silencioso da Inglaterra rural pós-nuclear? A solidão, as ovelhas, o movimento travado — é poético.
Eu só quero atirar em demônios em castelos. DOOM: The Dark Ages entregou. Nada de papo, só rasgar e destruir.
Não é nostalgia — Battlefield 6 realmente recuperou a escala e o caos de BF3. O fato de estarmos comparando ele ao CoD como azarão mostra o quanto a franquia caiu.