Wait—Is Consumer Spending Really Growing the Economy? Or Just Masking Its Collapse?
Espere—O consumo realmente está crescendo a economia? Ou apenas disfarçando seu colapso?

Então Jason Furman, economista de Harvard, escreve no NY Times que o consumo—‘mais de dois terços da economia’—está impulsionando o crescimento. Parece legítimo. Só que, como Henry Hazlitt ensinou décadas atrás, o consumo é o efeito do crescimento, não a causa. Nós não ficamos ricos gastando. Gastamos porque ficamos ricos. Quando tratar os sintomas virou terapia?
E vamos falar do 'efeito riqueza'—a ideia de que ganhos com ações fazem as pessoas gastarem mais. Mas cada dólar gasto por um 'gastador rico' precisou ser resgatado de alguém que deixou de gastá-lo. Não existe fada do dinheiro grátis. E para famílias de baixa renda 'alongando seu endividamento'? Isso não é resiliência econômica. É uma bomba-relógio de dívida. Hazlitt acertou em cheio: o que prejudica um, prejudica a todos.
Obrigado por citar Hazlitt. A maioria dos universitários pensa que PIB = consumo. Mas a contabilidade de PIB inclui investimento—produção real. Gastar é a festa. Poupar e investir é o trabalho que a tornou possível. Quando paramos de ensinar isso, criamos uma geração que acha que dívida é crescimento.
Isso tudo é muito bonito na teoria, mas vivemos em um mundo limitado pela demanda. Ninguém está consumindo pouco por causa de baixa demanda do consumidor. A inovação não cresce se as pessoas não compram. E quem exatamente está 'poupando' hoje em dia? Os robôs estão chegando. Que eles economizem.
A campanha de arrecadação da escola dos meus filhos disse aos pais: ‘doem muito, porque doar impulsiona o crescimento!’ Quis gritar: ‘Não, construir um robô que limpa o refeitório impulsiona o crescimento! Vocês só estão realocando dinheiro existente!’
Exatamente. E se todo dinheiro de doação vier de pais que já planejavam gastar 500 dólares em materiais escolares, não é novo crescimento. É só uma festa forçada onde a música é ‘PIB subiu!’
Poupar não cria empregos magicamente. Dinheiro debaixo do colchão não faz nada. Só quando o investimento segue a poupança as coisas acontecem. Mas adivinha? Bancos não estão emprestando, empresas não estão investindo. Então sim, às vezes o estímulo pela demanda é o empurrão que precisamos.
É exatamente isso. O meu fundo está com 2 bilhões parados. Os fundadores estão com medo. Ninguém quer gastar. Não é um problema de poupança. É um problema de confiança.
Entendo, mas pessoas pobres não estão impulsionando bolhas de ações. Elas estão mantendo a economia funcionando ao gastar benefícios emergenciais. Você pode odiar o método, mas sem elas, teríamos tido deflação no ano passado.
Deflação não é o fim do mundo. São apenas preços caindo. Talvez as pessoas pudessem finalmente pagar casas e mantimentos. Mas claro, vamos continuar queimando nossas economias para fundos de investimento terem resultados melhores.