Democrats Bet Their Health Care Hail Mary on a Senate Vote That Might Not Even Matter
Os democratas apostam seu último trunfo em saúde num voto que pode nem sequer importar
Então o drama do fechamento do governo acabou, mas a briga de faca só está começando. Oito senadores democratas mudaram de lado na última hora, arruinando o poder de barganha do partido em ligar os créditos fiscais da saúde ao acordo orçamentário. Agora estão presos jogando na defensiva com uma promessa frágil: um voto no mês que vem em algo, talvez.
O líder da maioria no Senado, Thune, afirma que há uma 'saída bipartidária', mas só se os democratas concordarem com 'reformas'—código para cortar benefícios. Enquanto isso, a equipe de Trump quer desmontar o Obamacare por completo. Então sim, o plano dos democratas é conquistar corações, mentes e 60 votos no Senado antes do fim da inscrição. Totalmente factível.
Como alguém que segura as mãos de pacientes enquanto eles explicam por que pularam a quimioterapia no ano passado por falta de dinheiro, posso dizer que isso não é um debate. É uma emergência de saúde pública. E esperar até 'o mês que vem' para votar é praticamente esperar o paciente entrar em parada cardiorrespiratória.
Reformas bipartidárias soam bem até você perceber que ambos os lados definem 'reforma' como 'como fazer o outro lado perder'. Collins quer tetos de renda, Graham quer jogar tudo fora. A única coisa em que concordam é adiar a decisão.
Vamos ser honestos — a exigência de 60 votos é um sudário para qualquer iniciativa progressista de saúde no Senado. Eles ficam dizendo 'bipartidária', mas o que querem dizer é 'diluída a ponto de não servir para nada'.
Observe como eles vendem isso: 'reforma' soa nobre, 'controle de custos' soa responsável. Mas tudo se resume a repassar o risco de volta aos indivíduos. Os lucros das seguradoras são sagrados; o acesso do paciente é negociável.
Então os políticos estão discutindo quem paga mais para os outros pagarem menos, enquanto as faculdades de medicina seguem aumentando as mensalidades. Será que consertam alguma coisa antes do meu plantão começar?
Exatamente. Não estamos debatendo política. Estamos debatendo quanto tempo vamos deixar as pessoas sofrerem antes de fingir agir.
A 'saída bipartidária' é só outro nome para a morte lenta do acesso universal. Espere o relatório do CBO: 'economias modestas' significa 'perda significativa de cobertura'. Sempre significa.
Olha, eu também quero prêmios mais baixos, mas destruir o ACA não vai resolver. Precisamos de soluções que não penalizem pacientes. E gritar no Truth Social não é um plano de saúde.