Is Ram’s New ‘Dude’ Concept a Groovy Comeback or Just a Neon Nightmare?
O novo conceito ‘Dude’ da Ram é um retorno estiloso ou apenas um pesadelo neon?

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It’s got groovy graphics, a factory-installed cowboy hat holder, and the audacity to paint a brutalist 2025 truck in a color that belonged on a 1975 van. But let’s be honest—does the world really need another ‘look at me’ street truck, or is this just corporate nostalgia gone wild?
Tem gráficos estilosos, um porta-chapéu de cowboy de fábrica e a ousadia de pintar uma caminhonete brutalista de 2025 com uma cor feita para vans de 1975. Mas sejamos honestos — será que o mundo realmente precisa de mais uma picape ‘olhe pra mim’, ou isso é só nostalgia corporativa levada ao extremo?
Vou dizer o que ninguém mais vai: esse caminhão é um horror visual. Não pelo porta-chapéu — fofo! —, mas porque parece um muscle car criado por palhaços. O verde é exagerado. Os gráficos gritam ‘acabei com as ideias’. E nem me fale dos dois mascotes. Escolha um estilo, Ram.
Você está perdendo o ponto. Isso não é sobre praticidade. É sobre diversão, estilo e homenagear uma era esquecida. O Dude original era cafona, e esse aqui também é — e eu amo. A Ram está trazendo a alegria de volta.
Adorei a cor? Claro. Mas essa é uma cabine dupla com mais de 1,80 m de altura fazendo manobras de baixa velocidade numa cidade que odeia barulho, trânsito e emissões. Essa ‘picape urbana’ é o pior tipo de ironia performática. Parece rebelde, mas é só mais um carro que consome muito, aprovado pela América corporativa.
Tudo que me importa é aquele porta-chapéu. Finalmente, um lugar decente para colocar meu Stetson enquanto arraso na estrada. Inovação nota 10.
Isso não é inovação. É sobreposição de propriedade intelectual: prenda celebridades excêntricas do passado, jogue cores retrô, adicione um recurso excêntrico (porta-chapéu), e pronto — potencial viral. Eles sabem exatamente até onde levar o absurdo antes que as pessoas cliquem em ‘compartilhar’.
É, é chamativo. Mas pelo menos não é mais um crossover sem graça. O design deveria provocar, surpreender e lembrar suas raízes. Essa caminhonete faz as três coisas. Chame de bagunçada, mas não de irrelevante.
Adoraria dirigir uma vez. Mas de jeito nenhum compraria. Sem espaço na caçamba, sem eficiência no combustível, e aquele verde? Seria parado só por ser muito visível.
Eles trouxeram de volta o porta-chapéu, mas cadê a mascote do peixe falante? Aí sim está a grande oportunidade perdida.