Historians No One Pays But Everyone Should Read: 2025’s Most Underrated Books Just Dropped
Historiadores que ninguém paga, mas todo mundo deveria ler: os livros mais subestimados de 2025 acabaram de sair

Vamos combinar: a maioria dos historiadores vive a um cheque do Google AdSense de vender plasma. Mesmo assim, o que saiu em 2025? Totalmente foda. Não são monografias empoeiradas — é uma história urgente, radical e profundamente humana, escrita por gente fora da torre de marfim.
Pegue os dois livros de Chance Bonar — um sobre autoria no cristianismo primitivo, outro sobre escravidão e posse divina em O Pastor de Hermas. Isso não é teologia nichada; é uma lente para entender como poder, identidade e propaganda moldaram o pensamento antigo. Enquanto isso, Brian Bunk revela como comunidades imigrantes ignoradas construíram a cultura do futebol americano — e por que suas histórias ainda desaparecem dos narrativas principais.
O fato de Bonar abordar autoria E escravidão em textos cristãos primitivos mostra até onde vai o buraco de coelho. Assumimos que autoria é neutra, mas sempre foi política — quem tem permissão para falar, quem é apagado. E reduzir a 'escravidão a Deus' sem enfrentar a escravidão real? É malhação ideológica do nível básico.
Na verdade, o apagamento que Bonar descreve ainda acontece nos arquivos hoje. Digitalizamos textos com séculos de idade, mas mantemos os metadados escritos por curadores coloniais. De quem estamos realmente preservando a voz?
O ponto de Brian Bunk bate forte: minha liga local no Queens é cheia de imigrantes do Equador, Marrocos e Haiti. Comemos juntos, jogamos juntos, discutimos impedimento — isso é comunidade. Mas tente nos encontrar em um comunicado da Federação de Futebol dos EUA? Invisibilidade por design.
A ideia de que comunidade é construída por meio do trabalho compartilhado — comer, arrecadar fundos, invadir casamentos — é mutualidade pura. Bunk não apenas descreve a história; ele descobre um modelo para reconstruir a sociedade após o capitalismo.
Um brado de reconhecimento a Alexandra Morris e às editoras de Deficiência e Santidade — finalmente, uma história que não trata a deficiência como metáfora do pecado. Pessoas com deficiência existiam, eram amadas, eram santas. Ponto final.
Todo esse elogio a historiadores fora da carreira acadêmica é bonito, mas até as universidades pagarem salários dignos, é só exibição de virtude com um link de afiliado da Bookshop.org.
O livro de Liz Fischer sobre análise de redes é a caixa de ferramentas de que precisamos. Finalmente, um método que trata livros como objetos sociais, não apenas textos. Mas sim — 'trabalho digital' ainda significa trabalho gratuito para pós-graduandos.