Scarlett Johansson Joins Mike Flanagan’s Bold New Take on The Exorcist – Is This the Horror Reboot We’ve Been Waiting For?
Scarlett Johansson se junta à ousada nova versão de Mike Flanagan de O Exorcista – Será este o reboot de terror que estávamos esperando?
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So Mike Flanagan — the man who made us cry over haunted houses and vampire priests — is now tackling The Exorcist universe? Bold. Terrifying. Probably brilliant. But let’s be real: after Believer flopped harder than a priest slipping on vomit, Universal needs a miracle. Not just a good movie, a phenomenon.
Então Mike Flanagan — o homem que nos fez chorar com casas assombradas e padres vampiros — agora vai encarar o universo de O Exorcista? Ousado. Aterrorizante. Provavelmente genial. Mas vamos ser sinceros: depois que Believer fracassou feio, pior do que um padre escorregando em vômito, a Universal precisa de um milagre. Não só de um bom filme, mas de um fenômeno.
Scarlett Johansson stepping into a horror role again is fascinating. She hasn’t done pure horror since Her — which, let’s be honest, was psychologically unhinged in the best way. Can she channel that intensity into a possession story? I say yes, but only if Flanagan doesn’t turn it into another ‘sad priest’ origin saga.
Scarlett Johansson retornando ao terror é fascinante. Ela não fazia puro terror desde Her — que, vamos admitir, era psicologicamente perturbador da melhor forma. Será que ela consegue transformar aquela intensidade em uma história de possessão? Eu digo que sim, mas só se Flanagan não transformar tudo numa nova saga ‘padre triste’.
Flanagan + Exorcista = clássico instantâneo. Finalmente vamos ter um terror decente depois da bomba de Believer. Além disso, Scarlett? Sim, mas só se ela gritar com aquela voz de Her. Imagina aquele eco numa menininha possuída. Arrepia.
Isso é mais sobre reabilitar a marca do que sobre arte. A Universal está desesperada para tirar o gosto de Believer da boca do público. Escalar a Johansson é um seguro de poder estrelar. Não confunda estratégia de marketing com visão artística.
O Exorcista não precisa de ‘reboots’ ou ‘universos’. Precisa de reverência. Flanagan é melhor não transformar tudo em mitologia corporativa ou demônios de CGI. Mantenha cru. Mantenha humano. Possessão deveria parecer uma guerra espiritual, não um crossover da Marvel.
Na verdade, tratar O Exorcista como um ‘universo’ pode ser exatamente do que ele precisa. O original era uma crítica à fé em crise. Por que não explorar como essa crise se propaga no tempo, no espaço e nas pessoas? Há espaço para filosofia para além de uma menininha assombrada.
Filosofia? Mano, eu só quero ver uma cabeça girar e alguém flutuar gritando maldições bíblicas. Mantenha a teologia, perca a dissertação.
Cada década tem o Exorcista que merece. Os anos 70 tinham pânico religioso. Os anos 2000 tinham sequências ruins. Os anos 2020? Reciclagem corporativa de IP. Mas Flanagan pode injetar algo real: terror sem sustos de arrepiar.
Scarlett já foi um robô e salvou dinossauros. Agora vai lutar contra demônios? Sinceramente, eu assisto ela lendo a lista telefônica. Mas sério, o alcance dela é aterrorizante. (Do jeito bom.)
Exatamente. O verdadeiro horror não é vômito de CGI, é o silêncio antes do grito. Flanagan sabe disso. Espero que ele continue fiel.